• Quem somos
  • Editorial
  • Artigos
  • Articles
  • Notícias
  • Eventos
logo-thinkers-brasil-v3logo-thinkers-brasil-v3logo-thinkers-brasil-v3logo-thinkers-brasil-v3
  • HOME
  • QUEM SOMOS
    • QUEM SOMOS
    • PESQUISA THINKERS BRASIL
    • PORQUE DOAR?
  • DIRETÓRIO THINK TANKS
    • DIRETÓRIO THINK TANKS
    • LISTA THINK TANKS
    • PESQUISAS
    • VIDEOS THINK TANK
  • THINKERS EM AÇÃO
  • THINKERS BRASILEIROS
    • O Processo Legislativo
    • Para Ler e Consultar
    • Selo Transparência
  • FINANCIADORES
✕

Amazônia Registra Recorde de Desmatamento no Primeiro Semestre de 2022

 

O desmatamento na Amazônia registrou recorde nos seis primeiros meses de 2022. O acumulado de janeiro a junho, 3.988 km², ultrapassou a derrubada ocorrida no primeiro semestre de todos os anos da série, que começou em 2016, e é 80% maior que a média de área desmatada no mesmo período em 2018, antes da gestão atual do governo. A análise é de pesquisadoras no IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) com base nos dados do sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgados nesta sexta, 8.

Para o mês de junho, foram 1.120 km² de floresta desmatados, área 5,5% maior que a derrubada em junho de 2021 (1.061 km²) e 7,4% maior que a de junho de 2020 (1.043 km²), o que indica não haver retração no desmatamento no bioma. A diferença é expressiva em relação a junho de 2018: 129% menor que o ocorrido em 2022, com 488 km² desmatados à época. A média de área desmatada nos meses de junho de 2016 a 2018 foi de 683 km² ao ano, enquanto a média desmatada em junho de 2019 a 2022 foi de 1.040 km² ao ano.

Área desmatada acumulada na Amazônia, por mês, de 2017 a 2022 (Fonte: IPAM, com dados do Deter/Inpe)

Mais da metade (51,6%) do desmatamento na Amazônia no primeiro semestre de 2022 se deu em terras públicas. Florestas públicas não destinadas foram a categoria fundiária com mais alertas de desmatamento no período (33,2%), seguidas pelo desmatamento em propriedades rurais (28,3%).

“Os alertas de desmatamento de 2022 demonstram que a impunidade continua sendo a maior vetor de pressão contra a floresta e seus povos. Em um ano de eleição isso se torna ainda mais preocupante, pois os esforços de fiscalização normalmente diminuem e a sensação de impunidade aumenta, deixando os desmatadores mais à vontade para avançar sobre a floresta”, diz a diretora de Ciência no IPAM e especialista em fogo na Amazônia, Ane Alencar.

Considerando o ano eleitoral, a instituição sugere que planos de governo passem a priorizar a conservação e publicou, na quinta, 7 de julho, no âmbito do projeto “Amazoniar”, um documento que reúne informações-chave sobre o contexto da Amazônia e que aborda os possíveis cenários para o futuro da floresta e da geopolítica brasileira depois do pleito.

 

Fonte: IPAM

Share
Editora
Editora

Related posts

19 de junho de 2025

Pensando Juntos Série – Stephen Kanitz


Read more
17 de outubro de 2023

Relatório Global sobre o Setor de Think Tanks 2023


Read more
7 de junho de 2023

Thinkers Brasil – Nossas Atividades


Read more


 

QUEM SOMOS

Thinkers Brasil foi criado para apoiar o ecossistema dos Think Tanks brasileiros, organizações que pensam e recomendam políticas públicas com impactos transformadores da sociedade brasileira, de forma positiva e duradoura.

COPYRIGHT © 2022 -2026 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
  • Política de privacidade
  • Termos de Uso
  • Quem somos
  • Editorial
  • Artigos
  • Articles
  • Notícias
  • Eventos