Arquivos Clima - Thinkers Brasil https://thinkers-brasil.org/tag/clima/ CONHEÇA OS THINK TANKS BRASILEIROS Fri, 24 Feb 2023 22:04:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 Pobreza e Meio Ambiente https://thinkers-brasil.org/pobreza-e-meio-ambiente/ Fri, 24 Feb 2023 22:04:48 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2174 Diversos autores tratam da inter-relação entre degradação ambiental e pobreza e a principal conclusão é que os pobres […]

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Diversos autores tratam da inter-relação entre degradação ambiental e pobreza e a principal conclusão é que os pobres são as principais vítimas de um meio ambiente degradado e têm menos meios de escapar dessa realidade.

Nessa perspectiva, extrai-se que qualidade de vida e ambiental estão intrinsecamente ligadas.

O autor Fabio Muller, diretor executivo do CIEDS, traz dados, panoramas e as premissas do trabalho do CIEDS com questões ambientais em seu novo artigo.

Acesse o artigo na íntegra aqui.

Fonte: cieds.org.br

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Evento | 1° Ciclo de Eventos Sobre Mudanças Climáticas em Piracicaba https://thinkers-brasil.org/evento-1-ciclo-de-eventos-sobre-mudancas-climaticas-em-piracicaba/ Fri, 28 Oct 2022 19:45:05 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1465 Participe do 1° Ciclo de Eventos sobre Mudanças Climáticas em Piracicaba, realizado pela COMCLIMA – Comissão de Mudanças […]

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Participe do 1° Ciclo de Eventos sobre Mudanças Climáticas em Piracicaba, realizado pela COMCLIMA – Comissão de Mudanças Climáticas de Piracicaba, em parceria com o COMDEMA.

Os dois eventos abertos acontecerão nos dias 8 e 9 de novembro para estimular o debate e aprofundar o conhecimento sobre as emissões de gases de efeito estufa e adaptação da população piracicabana aos impactos da crise climática.

Data:  de 07/11 a 09/11/22

Programação:

Dia 08/11: Duas mesas redondas, das 14h às 17h, para conversar sobre a Redução de Emissões e Adaptação às Mudanças Climáticas em Piracicaba”. Os(as) palestrantes são: Sidnei Furtado (Defesa Civil Campinas), Nara Perobelli (especialista em justiça climática), Gabriel Quintana (Imaflora) e Felipe Barcellos (Instituto de Energia e Meio Ambiente – IEMA). O evento é presencial e acontece no Auditório Professora Helena Rovay Benetton do Museu Prudente de Moraes, R. Santo Antônio, 641. Centro.

Dia 09/11: Palestra “Energia Solar: sustentabilidade que gera economia” com Adalberto Maluf (BYD Brasil e ABVE), às 19h. O evento também é presencial e acontece no auditório da SIMESPI, R. Samuel Neves, 1601. Jd. Europa.

Inscreva-se abaixo identificando na questão correspondente qual(a) evento(s) você irá participar!

Saiba mais e participe: Inscreva-se

 

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Evento | O Que Está em Jogo na COP 27? https://thinkers-brasil.org/evento-o-que-esta-em-jogo-na-cop-27/ Wed, 19 Oct 2022 18:16:18 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1409 A Plataforma Socioambiental do BRICS Policy Center, junto com a FASE, o Grupo Carta de Belém e a […]

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A Plataforma Socioambiental do BRICS Policy Center, junto com a FASE, o Grupo Carta de Belém e a Fundação Heinrich Böll, convida para assistirem o debate “O que está em jogo na COP27?”, nesta quinta-feira, dia 20 de outubro, das 14h às 17h.

O encontro tem como objetivo debater sobre os temas que irão protagonizar as discussões internacionais na COP 27 e promover diálogo entre a esfera negociadora, sociedade civil e representantes da academia.

O debate irá contar com participações ilustres: do secretário Bruno Arruda, sub-chefe da Divisão de Mudança do Clima do Ministério de Relações Exteriores; Sandra Braga, da Coordenação Nacional da Articulação de Quilombos (CONAQ); Tatiana Oliveira, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e membro do Grupo Carta de Belém; e Maureen Santos, professora de Relações Internacionais da PUC-Rio e coordenadora do Grupo Nacional de Assessoria da FASE. Além disso, Ana Garcia, diretora do BPC, e Marcelo Montenegro, coordenador de Programas e Projetos de Justiça Socioambiental da Fundação Heinrich Böll no Brasil, farão a abertura do evento.

DATA
20 de outubro de 2022
14h –  17h

LOCAL
BRICS Policy Center, Rua das Laranjeiras, 307
Rio de Janeiro, RJ
22240-004 Brasil + Google Map

Inscreva-se para participação presencial

Acompanhe a transmissão no YouTube

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Evento | Novas Estratégias de Desenvolvimento Para a Sustentabilidade https://thinkers-brasil.org/evento-novas-estrategias-de-desenvolvimento-para-a-sustentabilidade/ Tue, 06 Sep 2022 18:16:29 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1245 Novas Estratégias de Desenvolvimento para a Sustentabilidade é o tema do debate que acontece na próxima terça-feira (13/09), […]

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Novas Estratégias de Desenvolvimento para a Sustentabilidade é o tema do debate que acontece na próxima terça-feira (13/09), às 10h

Promovido pelo Núcleo Meio Ambiente e Mudança do Clima, em parceria com o Consulado Geral do Japão no Rio de Janeiro, o evento visa compartilhar conhecimentos e experiências sobre estratégias de desenvolvimento sustentáveis.

Por ser uma questão global, a crise climática e os efeitos da degradação ambiental elevam a importância da discussão na esfera internacional, de modo a promover uma maior cooperação entre os países.

Como o Japão é bem posicionado para compartilhar boas práticas, e o desenvolvimento é fundamental para a política externa do Brasil, este é um tema que tem muito a ganhar com visões colaborativas entre especialistas japoneses e brasileiros.

Para isso, convidamos:

Marianna Albuquerque | Diretora Adjunta de Projetos do CEBRI

Norichika Kanie | Professor na Escola de Pós-Graduação em Mídia e Governança da Keio University, Tóquio

Francisco Gaetani | Senior Fellow do CEBRI e Professor da EBAPE/FGV

O debate será conduzido em inglês, sem tradução simultânea.

Participe: Inscrição no Webinar – Zoom

 

 

 

 

 

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O IBGC é o Chapter Zero Brazil https://thinkers-brasil.org/o-ibgc-e-o-chapter-zero-brazil/ Thu, 04 Aug 2022 15:27:59 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1139 O IBGC representa o Chapter Zero no Brasil: uma rede global, em colaboração com o Fórum Econômico Mundial, […]

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O IBGC representa o Chapter Zero no Brasil: uma rede global, em colaboração com o Fórum Econômico Mundial, para discutir o papel das organizações e de seus líderes em relação às mudanças climáticas.

O objetivo da iniciativa é sensibilizar e capacitar as lideranças empresariais para realizarem mudanças efetivas em suas organizações, com reflexo direto na sociedade.

Para somar ao projeto, o Bradesco tornou-se o patrocinador do Chapter Zero Brazil. O patrocínio faz parte dos planos e intenções da instituição de contribuir com medidas que minimizem os impactos causados pelas mudanças climáticas.

Fonte: IBGC | Chapter Zero Brazil

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Falta de Transparência é um Problema https://thinkers-brasil.org/falta-de-transparencia-e-um-problema/ Tue, 05 Jul 2022 14:33:57 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1008 Líder de Política Econômica no Instituto Talanoa explica que o Brasil está atrasado na pauta ambiental e tem […]

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Líder de Política Econômica no Instituto Talanoa explica que o Brasil está atrasado na pauta ambiental e tem governança confusa, dificultando acesso ao chamado “clube dos países ricos”.

Por Guilherme Justino, do Um Só Planeta

“Falta de transparência é um problema, e vai ser cobrada do Brasil para adesão à OCDE”, diz economista Karina Bugarin

Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) concedeu, em 10 de junho, aval para que o Brasil e outros países ingressem no grupo das economias mais industrializadas do planeta. A entrada na organização é considerada um grande passo para o país, dado o potencial de aprimoramento das estruturas envolvidas em diversos temas – com grande ênfase, atualmente, em sustentabilidade – que beneficiam diretamente a economia.

Sediada em Paris, a OCDE conta atualmente com 38 países membros, incluindo Austrália, Chile, Alemanha, Japão, Portugal, Suécia, Suíça, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos. Para ser aceito como membro pleno desse seleto grupo, o Brasil precisará reforçar o comprometimento com temas como democracia, agenda ambiental, direitos humanos, combate à corrupção e à pobreza – tudo de forma muito transparente, um ponto em que o país ainda peca, na avaliação da economista Karina Bugarin, líder de Política Econômica no Instituto Talanoathink tank brasileiro dedicado à política climática.

“A OCDE não é um bloco homogêneo. Isso é importante enfatizar. Atualmente são 38 países membros, e cada país é como um universo. Então hoje são 38 universos que precisam se articular, se coordenar e caminhar juntos. A própria OCDE vai precisar passar por um processo intenso interno de especificações, de como isso vai ser feito. Não vai ser imediato. Mas é um processo em que a sociedade inteira deveria se engajar e cobrar transparência”, diz a especialista ao Entre no Clima, o podcast do Um Só Planeta.

A entrada do Brasil na OCDE é considerada uma prioridade na agenda de política externa brasileira. Também é vista pelo governo como uma oportunidade de acelerar reformas no país. Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, a entrada do Brasil no grupo é fundamental para promover uma agenda de integração global. “Desde o início do nosso governo, fizemos movimentos decisivos em direção à OCDE. Não é só a complementação de instrumentos. É um processo longo, que pode ter algum tempo pela frente. Mas o governo colocou como prioridade”, disse ele, durante a abertura do evento Semana Brasil-OCDE, em 21 de junho.

“Chancela”

O grupo é chamado de “clube dos ricos”, apesar de incluir vários emergentes, como a Colômbia e a Costa Rica. A organização é um fórum que discute e promove políticas públicas em várias áreas e realiza ainda uma série de estudos internacionais. Ser membro efetivo da OCDE é visto como um “selo de qualidade” que impulsionaria a economia dos países.

A expectativa do governo é de que esta chancela dê acesso a grandes investimentos: isso porque os maiores fundos do mundo têm, entre suas regras de funcionamento, determinações para investir seus recursos majoritariamente em países da OCDE, que se comprometem com regras de transparência regulatória.

A OCDE tem 251 instrumentos de boas práticas a serem adotados pelos seus países-membros, e o Brasil ainda precisa aderir a grande parte desses instrumentos para conseguir a vaga na entidade, explica a líder de Política Econômica no Instituto Talanoa. No início de junho, a OCDE aprovou os “roteiros de acessão” do Brasil e de mais quatro países – Peru, Croácia, Bulgária e Romênia – ao grupo. Cada país terá o plano de adesão avaliado por comitês da OCDE ao longo dos próximos anos.

“O próprio governo federal não está conseguindo se articular e manter uma governança sólida. E isso é muito complicado. Vemos um papel cada vez mais reduzido do Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores), que vinha sendo um órgão fundamental nas negociações. E agora temos declarações do ministro de Relações Exteriores indo para um caminho, e declarações do ministro de Meio Ambiente indo para outro, e o ministro da Economia indo para um terceiro caminho. Então a própria governança e a estrutura interna do governo estão confusas. Não estão transparentes”, garante Karina.

A falta de transparência é um problema, e invariavelmente (uma solução) vai ser demandada do governo brasileiro
— Karina Bugarin, líder de Política Econômica no Instituto Talanoa

Necessidade de mudanças

Em nota, a OCDE diz que o processo de adesão do Brasil incluirá uma avaliação rigorosa e aprofundada do alinhamento do país candidato com as normas, políticas e práticas difundidas pela entidade. “Antes de qualquer convite para ingressar na organização como membros, serão necessárias mudanças na legislação, na política e nas práticas adotadas dos países candidatos para alinhá-los com os padrões e melhores práticas da OCDE, servindo assim como um poderoso catalisador da reforma”, define o comunicado.

Para ser aceito como membro pleno da OCDE, o Brasil precisa se comprometer a aderir a uma série de boas práticas – entre elas, a simplificação do sistema de cobrança de impostos com uma reforma tributária, por exemplo – e demonstrar comprometimento com a proteção do meio ambiente, da biodiversidade e no combate à crise climática. O Brasil ainda precisará reforçar o foco em diversos temas e valores que fazem parte da organização, criada após a Segunda Guerra Mundial.

“Todo mundo quer ser verde. Todo mundo quer ser sustentável. A intenção está ali, está posta. Agora, como isso será cobrado? E como caminharemos e levaremos isso a sério dentro do processo da OCDE? Precisamos ter conversas regulares e abertas”, pondera Karina Bugarin.

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Observatório da Economia da Sociobiodiversidade https://thinkers-brasil.org/observatorio-da-economia-da-sociobiodiversidade/ Thu, 02 Jun 2022 22:32:49 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=848 Coletivo de organizações da sociedade civil e movimentos sociais lançam observatório para acompanhar e influenciar as políticas relacionadas […]

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Coletivo de organizações da sociedade civil e movimentos sociais lançam observatório para acompanhar e influenciar as políticas relacionadas à economia das florestas.

 

Conheça o Observatório da Economia da Sociobiodiversidade, o #ÓSocioBio!

“A economia da floresta é inimiga da monocultura”: entidades lançam observatório na Câmara dos Deputados

 

Evento contou com apoio da Frente Parlamentar Ambientalista. ÓSocioBio buscará acompanhar e influenciar políticas relacionadas à economia da sociobiodiversidade

Carolina Fasolo – Jornalista do ISA

 

 

Foi lançado nesta quarta-feira (1/6), na Câmara dos Deputados, o Observatório da Economia da Sociobiodiversidade (ÓSocioBio), um coletivo de organizações da sociedade civil e movimentos sociais ligados à economia dos produtos da sociobiodiversidade e de seus territórios, que buscará acompanhar e influenciar positivamente as políticas no Congresso Nacional e no Executivo relacionadas à temática.

O lançamento, realizado em parceria com a Frente Parlamentar Ambientalista, contou com a presença de diversos deputados, que lembraram a importância e os desafios da agenda e a necessidade de fazê-la avançar.  “Hoje o país tem que apresentar um plano de gestão que contemple as necessidades do nosso planeta”, afirmou a deputada Joenia Wapichana (Rede/RR). Ela lembrou a urgência do momento eleitoral e a necessidade de cobrar o compromisso dos candidatos com a economia da sociobiodiversidade, entre outros temas ambientais. No dia 22 de junho, o ÓSocioBio apresentará suas propostas para o próximo governo no Senado Federal.

Entre os deputados, participaram do evento o vice presidente nacional do PT, Marcio Macedo (PT/SE), Nilto Tatto (PT/SP), Erika Kokay (PT/DF), Talíria Petrone (Psol/RJ), Alessandro Molon (PSB/RJ) e Padre João (PT/MG). Pela sociedade civil, representantes do Conselho Nacional de Populações Extrativistas (CNS), da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), do WWF-Brasil, do Observatório do Clima, do Instituto Conexões Sustentáveis (Conexsus), do Instituto de Pesquisa e Formação Indígena (Iepé), da Fian-Brasil, da ACT Promoção da Saúde, entre outras entidades.

Pelo Instituto Socioambiental (ISA), Márcio Santilli disse que as estratégias para a superação da crise climática e ambiental passam pelo apoio de uma economia alternativa. “A economia da sociobiodiversidade, ou a economia da floresta, é inimiga da monocultura. Ela é diversidade por princípio, pela própria lógica da reprodução dos ecossistemas naturais, das florestas. Portanto, fomentar esse tipo de economia não é a mesma coisa que fomentar a monocultura, uma cadeia econômica específica e isolada. É preciso lidar com essa diversidade, ter propostas e soluções que sejam capazes de contemplar justamente a diversidade, porque é ela que protege e que garante a longo prazo a sobrevivência dos nossos ecossistemas naturais”.

Durante o evento foi lida a carta de criação do Observatório. “A economia da sociobiodiversidade, em contraste com a narrativa emergente da bioeconomia, tem como cerne a diversidade de seus povos, comunidades e territórios, a valorização dos conhecimentos tradicionais e da biodiversidade, o cuidado com o meio ambiente e os modos de vida. Também o protagonismo de mulheres e o estímulo ao engajamento da juventude distinguem a organização social que dá sustentação às cadeias da sociobiodiversidade e informam sobre o projeto de futuro que elas postulam: o de uma sociedade mais justa e democrática”, afirma o documento.

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