Arquivos Reforma Tributária - Thinkers Brasil https://thinkers-brasil.org/tag/reforma-tributaria/ CONHEÇA OS THINK TANKS BRASILEIROS Sat, 11 Feb 2023 13:10:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 Think Tanks: Where to Start https://thinkers-brasil.org/think-tanks-where-to-start/ https://thinkers-brasil.org/think-tanks-where-to-start/#respond Sat, 11 Feb 2023 13:05:10 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2057 Brazil currently has so many problems that one of the issues that Think Tanks could solve is to […]

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Professor Stephen Kanitz

Editorial Stephen Kanitz

Brazil currently has so many problems that one of the issues that Think Tanks could solve is to show which problems we should start solving as a priority.

One of the characteristics of the Brazilian government is the tendency to let our problems pile up, one after the other.

Decision making is not something taught in our universities, with the exception of the Business Administration course.

We have no sense of urgency, we ask for more data and studies instead of solving the issues, and with that, the problems keep piling up.

Managers and engineers use the term “the best is the greatest enemy of the good” more often, while economists and sociologists tend to be perfectionists and look for perfect solutions, not accepting good alternatives.

Today we certainly have 2,000 unsolved problems, divided into 50 major areas, including health, education, population decline, in short.

And then we fall into two traps.

Usually the most recent problems become our priorities, not the most serious problems.

To stay on a single example, we discussed the spending ceiling rather than the size of current spending.

Another mistake we make is wanting to solve 12 problems at once, what we call reforms. Tax Reform, Administrative Reform, etc.

If we are not capable of solving one problem at a time, much less will we solve 12 with a Reform.

The third mistake is to select problems that are on the surface, in plain view, or those that affect us today.

Most of our current problems are the result of the 7,000 accumulated problems of the past.

Problem number 7000 is actually just a sequel to problem 2700, which has not been resolved. And that, in turn, is a consequence of problem number 45, back in the distant past.

Think Tanks need to consider this characteristic, and discuss our hierarchy of problems among themselves, unraveling this skein and dividing the reconstruction work among themselves.

There is no doubt that tackling problems unresolved in the past is a complex task. In reality, what you are doing is trying to solve 20 problems at the same time, not just 1.

My humble opinion is that problems 1, 2, and 3 are the most urgent for Think Tanks to address.

I have my candidates, and I propose that we create a joint seminar to discuss what issues from the past still affect us today.

And for you, what should be addressed with priority?

Stephen Kanitz

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Think Tanks: Por Onde Começar? https://thinkers-brasil.org/think-tanks-por-onde-comecar/ https://thinkers-brasil.org/think-tanks-por-onde-comecar/#respond Sat, 11 Feb 2023 12:55:46 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2053 O Brasil possui tantos problemas atualmente, que uma das questões que Think Tanks poderiam resolver é mostrar quais […]

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Professor Stephen Kanitz

Editorial Stephen Kanitz

O Brasil possui tantos problemas atualmente, que uma das questões que Think Tanks poderiam resolver é mostrar quais problemas deveríamos começar a resolver com prioridade.

Uma das características do governo brasileiro é a tendência de deixar nossos problemas se acumularem, um atrás do outro.

Tomada de decisões não é algo ensinado em nossas universidades, com exceção do curso de Administração.

Não temos senso de urgência, pedimos mais dados e estudos em vez de resolver as questões, e com isso, os problemas vão se amontoando.

Administradores e engenheiros usam mais o termo “o ótimo é o maior inimigo do bom”, enquanto economistas e sociólogos tendem a ser perfeccionistas e procurar soluções perfeitas, sem aceitar as boas alternativas.

Hoje temos certamente 2.000 problemas não resolvidos, divididos em 50 grandes áreas, entre as quais saúde, educação, queda populacional, enfim.

E aí caímos em duas armadilhas.

Normalmente os problemas mais recentes se tornam as nossas prioridades, e não os problemas mais graves.

Para ficar num único exemplo, discutimos o teto de gastos em vez do tamanho dos gastos atuais.

Outro erro que cometemos é o de querer resolver 12 problemas de uma vez só, o que chamamos de reformas. Reforma Tributária, Reforma Administrativa etc.

Se não somos capazes de resolver um problema por vez, muito menos resolveremos 12 com uma Reforma.

O terceiro erro é selecionar os problemas que estão na superfície, à vista, ou aqueles que nos afetam hoje.

A maioria de nossos problemas atuais é consequência dos 7.000 problemas acumulados do passado.

O problema de número 7.000 na realidade é só a sequência do problema 2.700, que não foi resolvido. E que, por sua vez, é consequência do problema de número 45, lá no passado distante.

Think Tanks precisam considerar essa característica, e discutir entre si a nossa hierarquia de problemas, destrinchando esse novelo e dividindo o trabalho de reconstrução entre si.

Não há dúvida de que atacar os problemas não resolvidos no passado é uma tarefa complexa. Na realidade, o que se faz é tentar resolver 20 problemas ao mesmo tempo, e não somente 1.

Minha modesta opinião é que os problemas número 1, 2 e 3 são os mais urgentes para Think Tanks resolverem.

Tenho meus candidatos, e proponho criarmos um seminário em conjunto para discutirmos quais as questões do passado que nos afetam até hoje.

E para você, o que deve ser endereçado com prioridade?

Stephen Kanitz

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A Carga Tributária no Brasil https://thinkers-brasil.org/a-carga-tributaria-no-brasil/ Fri, 06 Jan 2023 18:34:27 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1841 O objetivo deste texto para discussão é abordar os aspectos mais gerais da carga tributária brasileira, levando em […]

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O objetivo deste texto para discussão é abordar os aspectos mais gerais da carga tributária brasileira, levando em consideração os impactos negativos de sua complexidade, falta de transparência e regressividade econômica.

Tal estrutura penaliza sobremaneira o setor industrial brasileiro, afetando não só as operações cotidianas das empresas, mas também os investimentos e exportações, uma vez que prejudica a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.

A excessiva tributação industrial, por um lado, reduz o consumo e amplia a desigualdade social na medida em que onera desproporcionalmente as classes menos favorecidas; por outro, inibe o investimento produtivo e, por consequência, o crescimento econômico do País.

O texto também coloca a carga tributária brasileira em comparação internacional, destacando o desalinhamento com demais países.

Por fim, discute-se propostas alternativas ao sistema tributário vigente, com destaque para a substituição dos diversos tributos por um Imposto sobre Valor Adicionado (IVA) moderno, ou seja, um IVA no destino, com crédito integral, base ampla e evitando-se ao máximo alíquotas distintas.

 

Acesse o texto completo aqui.

Publicado por: Armando Mariante, Mariana Liuzzi

Fonte: cebri.org

 

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