Arquivos Desenvolvimento sócio-econômico - Thinkers Brasil https://thinkers-brasil.org/category/desenvolvimento-socio-economico/ CONHEÇA OS THINK TANKS BRASILEIROS Tue, 14 Jul 2026 15:24:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 O Impacto Socioeconômico das Mortes nos Transportes https://thinkers-brasil.org/o-impacto-socioeconomico-das-mortes-nos-transportes/ Mon, 22 May 2023 19:29:08 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2528 Aproveitando o mês do Maio Amarelo, o CLP – Centro de Liderança Pública, em parceria com o aplicativo Gringo, […]

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Aproveitando o mês do Maio Amarelo, o CLP – Centro de Liderança Pública, em parceria com o aplicativo Gringo, fez um estudo que analisa o impacto socioeconômico das mortes nos transportes, trazendo um diagnóstico sobre os acidentes de trânsito no Brasil.

Acidentes de trânsito têm um impacto significativo na sociedade, tanto em termos de custos econômicos quanto humanos.

Em conclusão, os acidentes de trânsito têm um impacto significativo na sociedade, com vidas perdidas, famílias desfeitas e comunidades afetadas.

Os governos têm a responsabilidade de abordar esse problema por meio da implementação de leis de segurança viária, melhorias na infraestrutura, campanhas de educação pública e medidas de fiscalização.

Ao adotar uma abordagem abrangente, os governos podem reduzir o número de acidentes e os custos humanos e econômicos associados.

Leia o documento completo aqui.

Fonte: https://www.clp.org.br

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O Potencial Desperdiçado das Concessões Florestais Estaduais na Amazônia Legal https://thinkers-brasil.org/o-potencial-desperdicado-das-concessoes-florestais-estaduais-na-amazonia-legal/ https://thinkers-brasil.org/o-potencial-desperdicado-das-concessoes-florestais-estaduais-na-amazonia-legal/#respond Thu, 18 May 2023 17:55:50 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2501 O estudo faz parte série Policy Brief do Instituto Escolhas, cujo objetivo é trazer análises e recomendações sobre […]

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O estudo faz parte série Policy Brief do Instituto Escolhas, cujo objetivo é trazer análises e recomendações sobre temas centrais da transição brasileira para uma economia de baixo carbono.

A Amazônia Legal tem 76 milhões de hectares de florestas públicas estaduais, o que corresponde a 96,3% do total das florestas públicas estaduais no país.

Os únicos estados da Amazônia Legal que desenvolveram seus Planos Anuais de Outorga Florestal (PAOFs) – Acre, Amazonas, Amapá e Pará – identificaram 4,9 milhões de hectares de florestas estaduais passíveis de concessão.

O documento traz uma síntese dos resultados de uma análise coordenada pelo Instituto Escolhas, com a execução técnica dos pesquisadores João Emmanuel Cordeiro Lima e Eveline Fonseca (Nascimento e Mourão Advogados).

Acesse o estudo completo aqui.

Fonte: escolhas.org

 

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Iniciativas Online do CLP https://thinkers-brasil.org/iniciativas-online-do-clp/ Wed, 10 May 2023 19:26:58 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2473 O CLP – Centro de Liderança Pública é uma organização suprapartidária que trabalha para engajar a sociedade e […]

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O CLP – Centro de Liderança Pública é uma organização suprapartidária que trabalha para engajar a sociedade e desenvolver líderes públicos para enfrentar os principais problemas do Brasil. Seu propósito é melhorar o Estado Brasileiro, tornando-o mais democrático, eficiente e com respeito ao bem comum.

A partir de suas iniciativas online, o CLP já impactou mais de 3,5 milhões de pessoas com seus conteúdos.

ENTREGAS DO CLP

Ranking dos Municípios 2022

O Ranking de Competitividade dos Municípios é uma ferramenta de grande relevância que chega à sua terceira edição e que visa apoiar os líderes públicos brasileiros nas tomadas de decisão, com foco na melhoria da gestão das cidades.

 

Ranking dos Estados 2022

O Ranking de Competitividade dos Estados tem como objetivo alcançar um entendimento mais profundo dos 27 estados, trazendo para o público uma ferramenta simples e objetiva para pautar a atuação dos líderes públicos brasileiros na melhoria da competitividade e da gestão pública dos seus Estados.

O objetivo do Ranking de Sustentabilidade dos Estados é oferecer ao setor público uma ferramenta exclusiva, com métricas já difundidas no setor privado, para nortear e avaliar ações no âmbito da sustentabilidade.

 

O Ranking de Ativos Verdes dos Estados é mais uma entrega do CLP em direção à agenda sustentável. A análise a partir dos 17 objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS) e suas 169 metas (ONU, 2015) bem como critério ESG (Environmental, Social and Governance) para valorização das boas práticas ambientais, sociais e econômicas dos Estados.

 

Fonte: https://www.clp.org.br

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Plataforma Impacto em Mobilidade Social https://thinkers-brasil.org/plataforma-impacto-em-mobilidade-social/ https://thinkers-brasil.org/plataforma-impacto-em-mobilidade-social/#respond Wed, 21 Dec 2022 15:34:22 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1798 Espaço virtual reúne aprendizados de iniciativas promissoras na solução de problemas sociais. O esforço conjunto de pesquisadores, elaboradores […]

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Espaço virtual reúne aprendizados de iniciativas promissoras na solução de problemas sociais.

O esforço conjunto de pesquisadores, elaboradores e implementadores de políticas públicas e programas sociais gerou, nas últimas décadas, um enorme conjunto de informações sobre iniciativas de impacto social ao redor do mundo. Contudo, tornar esse conhecimento disponível em uma ferramenta prática e ágil de reflexões para formuladores é um desafio.

Pensando nisso, o Imds construiu a Plataforma Impacto em Mobilidade Social, pensada para ser um ponto de partida sobre as iniciativas existentes e consolidar cada vez mais uma cultura de uso de evidências científicas nos governos brasileiros.

A Plataforma é um espaço virtual de aprendizado sobre políticas públicas e programas já avaliados e com resultados indicativos de seus efeitos sobre desenvolvimento e mobilidade social.

O objetivo é oferecer informações que auxiliem a estruturar o ciclo de uma política pública com base em evidências. Assim, seu público-alvo são os envolvidos na formulação e implementação de políticas e programas sociais, membros da sociedade civil  e interessados em resultados de seu monitoramento e avaliação.

A Plataforma reúne de forma organizada e acessível informação sobre os objetivos centrais, o local e o período de implementação, o desenho, o impacto e os mecanismos operantes de políticas públicas e programas sociais abordados na literatura acadêmica sobre o tema.

A seção de desenho, em particular, busca apresentar ao leitor os componentes concretos associados às políticas e programas e traz, frequentemente, exemplos ligados diretamente à implementação.

Adicionalmente, são indicadas as referências de onde as informações foram extraídas e, quando disponível, materiais extras, como vídeos e documentos que fornecem mais detalhes para o leitor que desejar ir a  fundo no estudo sobre as iniciativas.

Uma das principais funcionalidades da Plataforma é o seu sistema de busca, baseado em tags que contemplam dimensões fundamentais de interesse para os usuários.

Assim, os usuários podem se concentrar em políticas e programas em uma determinada área geográfica (país ou região do mundo) ou tema (como Juventude, Primeira Infância ou Assistência Social).

Além disso, há a possibilidade de se concentrar em políticas e programas de um determinado tipo, como ensino técnico e profissionalizante, extensão da jornada escolar, escolas charter ou ações afirmativas.

Esses recursos foram pensados para filtrar as pesquisas e direcionar os usuários aos programas que mais se apliquem a  suas necessidades.

Vale ressaltar que a informação organizada na plataforma não é um repositório de fórmulas ou receitas, mas um ambiente para desfrutar de insumos que fomentem a reflexão de como aplicar políticas que já se mostraram eficazes em contribuir para o enfrentamento de problemas sociais.

 

Fonte: imdsbrasil.org

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Administradora Gaúcha Será a Primeira Mulher a Dirigir Instituto de Inovação com Sede nos EUA https://thinkers-brasil.org/administradora-gaucha-sera-a-primeira-mulher-a-dirigir-instituto-de-inovacao-com-sede-nos-eua/ https://thinkers-brasil.org/administradora-gaucha-sera-a-primeira-mulher-a-dirigir-instituto-de-inovacao-com-sede-nos-eua/#respond Mon, 05 Dec 2022 15:44:12 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1702 Nascida em Pelotas, no sul do Estado, e criada em Caçapava do Sul, na Região Central, a executiva […]

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Nascida em Pelotas, no sul do Estado, e criada em Caçapava do Sul, na Região Central, a executiva gaúcha Bruna Santos será a primeira mulher a dirigir o Brazil Institute, think tank, uma plataforma de ideias e conhecimento que funciona dentro do Woodrow Wilson Center, um dos maiores do mundo nessa categoria de instituição.

O Brazil Institute é o único think tank em Washington, a capital estadunidense, com foco exclusivo aos brasileiros.

Bruna tem mestrado em administração pública pela Universidade de Columbia, de Nova Iorque, onde também foi professora adjunta do mestrado global em administração pública.

Antes de aceitar a designação para o instituto, a gaúcha foi vice-presidente da Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e liderou a área de Inovação.

O novo cargo foi oficializado em um evento nesta semana em São Paulo-SP.

A cerimônia teve a presença de economistas e pesquisadores, além do ex-embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Anthony Harrigton.

Na ocasião, Bruna destacou que “o instituto tem um papel fundamental para posicionar o Brasil no mundo e ser uma plataforma para o progresso brasileiro”.

No evento, a executiva gaúcha apresentou sua estratégia de atuação para os próximos anos, que será em torno de um programa de iniciativas chamado Brazil Builds.

A iniciativa será focada na construção de um futuro sustentável de energia abundante, progresso econômico e inovação.

Fonte: gauchazh.clicrbs.com.br

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12 Compromissos Para um Brasil Competitivo https://thinkers-brasil.org/12-compromissos-para-um-brasil-competitivo/ https://thinkers-brasil.org/12-compromissos-para-um-brasil-competitivo/#respond Tue, 29 Nov 2022 18:30:42 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1654 Um Brasil competitivo significa um país mais desenvolvido, gerando emprego e renda de qualidade para a população. O […]

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Um Brasil competitivo significa um país mais desenvolvido, gerando emprego e renda de qualidade para a população. O elevado Custo Brasil prejudica a competitividade brasileira.

Durante a campanha eleitoral, o Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo (FPBC) entregaram para representantes de partidos políticos e candidatos ao Legislativo e executivo os “12 Compromissos para um Brasil Competitivo”, uma agenda de propostas com diagnósticos e metas a fim de fomentar a importância da competitividade para o desenvolvimento do país e reduzir o Custo Brasil.

O MBC e a FPBC seguem na disseminação dos 12 Compromissos para os eleitos para reforçar a importância da criação de políticas públicas para eliminar o Custo Brasil.

Veja o documento completo aqui.

Fonte: mbc.org.br

 

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Índice de Cidades Empreendedoras https://thinkers-brasil.org/indice-de-cidades-empreendedoras/ Mon, 21 Nov 2022 18:30:25 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1591 O que faz uma cidade ser boa para empreender?  O ICE busca aprimorar o debate sobre o fomento ao empreendedorismo […]

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O que faz uma cidade ser boa para empreender? 

ICE busca aprimorar o debate sobre o fomento ao empreendedorismo no Brasil, a partir de indicadores e boas práticas que podem ser utilizados por todas as cidades brasileiras e por formuladores de políticas públicas em nível federal, estadual e municipal.

Acesse o índice das cidades empreendedoras.

Fonte: enap.gov.br/

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Não Há Futuro Sem a Amazônia https://thinkers-brasil.org/nao-ha-futuro-sem-a-amazonia/ Fri, 18 Nov 2022 21:28:45 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1585 O Coordenador do IREE ECO, Jorge Viana, analisa o contexto da 27ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas […]

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O Coordenador do IREE ECO, Jorge Viana, analisa o contexto da 27ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP27) e a importância de se renovar o entendimento sobre a Amazônia.

O artigo “Não há futuro sem a Amazônia” foi publicado originalmente no jornal O Globo.

A Conferência do Clima que ocorre no Egito não recebeu ainda uma caracterização adequada. Fala-se que é COP da “implementação”, porque se espera que tire do papel os compromissos anteriormente assumidos e não cumpridos. Mas pode ser apenas mais uma reunião para marcar a próxima, com a inflação e a guerra tirando o foco e a urgência da crise climática.

Temos, porém, duas novidades. A primeira é o retorno dos Estados Unidos, maior emissor de gases de efeito estufa. Depois da tragédia Trump, o presidente Biden se compromete a deixar de ser problema e virar solução. A segunda, não menos importante, é a volta do Brasil, potência ambiental e quinto colocado em emissões, saindo o governo negacionista que se recusou a sediar a COP25 e retornando o presidente que promoveu a maior redução no desmatamento da Amazônia. Lula ainda não assumiu o cargo, mas já representa o Brasil e dá esperanças ao mundo.

O mundo entendeu a importância do Brasil e sabe que, sem Amazônia, não tem futuro. Mas o Brasil entende a Amazônia? E os 28 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia entendem? A julgar pelas eleições, temos problemas. O Nordeste garantiu a vitória de Lula, dando uma chance à democracia e ao meio ambiente, igualmente ameaçados. Nos estados amazônicos, com exceção de Pará e Amapá, a vitória foi de Bolsonaro, com grande vantagem nos municípios do “arco do desmatamento”, dominados pela nova “corrida do ouro”.

O interessante é que foram os nordestinos que migraram para a Amazônia os responsáveis por um novo ciclo de prosperidade no Brasil, com a borracha rivalizando com o café nas exportações. Adaptaram-se à floresta e a mantiveram em pé por cem anos, até que chegassem novas correntes migratórias, incentivadas pelo regime militar, trazendo outras matrizes de produção, algumas inadaptáveis.

Hoje, 34 anos depois de Chico Mendes, o Brasil precisa renovar seu entendimento sobre a região. Quando coordenei a elaboração do novo Código Florestal, busquei esse diálogo entre produção e preservação, produtores rurais e ambientalistas. Por oito anos no Senado, fiz essa mediação, após ter sido governador do Acre, no período de maior redução do desmatamento e alto crescimento da economia.

Essa experiência me dá autoridade para dizer que a “ambição” das metas de redução das emissões, como tratada na COP, para nós traduz-se em outras palavras: ousadia e inovação. Temos que cuidar de 20% da biodiversidade e de 12% da água doce do planeta e não conseguiremos com uma população faminta, educação sucateada, tecnologia atrasada, infraestrutura inadequada e gestão político-econômica feita em gabinetes e escritórios a 3 mil quilômetros de distância. Será preciso inovar para superar esses atrasos, nada menos que inventar o desenvolvimento sustentável, que ainda não existe.

Fala-se que o governo do presidente Lula será o “novo normal” na democracia brasileira, depois desses anos de flagrante anormalidade. Mas não basta o governo ser normal. É preciso que a sociedade tenha um novo modo de vida, e que a economia acompanhe o ritmo. Na Amazônia, o novo normal precisa estar à altura do desafio que a região representa. O governo deve pensar sem limitações. Em vez do Ministério do Desenvolvimento, ter ministérios do Envolvimento chamando, empresas, estados, municípios e sociedade a envolver-se com uma economia que promova a justiça social e ambiental. Os organismos de financiamento, assistência técnica, pesquisa e tecnologia devem se “amazonizar”. Todo mundo junto.

E o mais importante: os amazônidas, que conhecem o lugar em que vivem, devem ser os protagonistas dessa história. Todo projeto é viável quando se combina com os outros e quando segue as diretrizes gerais da sustentabilidade.

O novo governo de Lula pode fazer valer a COP27 e, assim, reassumir sua liderança no mundo. Tem uma Amazônia pra isso.

Autor: Jorge Viana é professor de Mestrado em Administração Pública no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Coordenador do IREE ECO.

Fonte: iree.org.br

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IPÊ Lança Cartilha Sobre Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) https://thinkers-brasil.org/ipe-lanca-cartilha-sobre-reservas-particulares-do-patrimonio-natural-rppns/ Tue, 08 Nov 2022 20:30:08 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1532 O projeto Corredores de Vida, do IPÊ, lançou neste mês a cartilha “Os Benefícios da Reserva Particular do […]

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O projeto Corredores de Vida, do IPÊ, lançou neste mês a cartilha “Os Benefícios da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) para a sua Propriedade”.

A publicação destaca a importância desse modelo de unidade de conservação para a socioeconomia local e a proteção da biodiversidade, sobretudo para as espécies endêmicas ou em risco de extinção.

Acesse a cartilha aqui.

Autores da Cartilha: Simone Tenório, Cristina Yuri Vidal, Jussara Christina Reis, Giovana Dominicci Silva

Fonte: ipe.org.br/

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Problemas de Interesse Comum nas Metrópoles Devem Ser Enfrentados Com Soluções Integradas https://thinkers-brasil.org/problemas-de-interesse-comum-nas-metropoles-devem-ser-enfrentados-com-solucoes-integradas/ Thu, 03 Nov 2022 15:22:48 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1494 Artigo aborda a governança metropolitana e o desenvolvimento territorial. As principais áreas metropolitanas contêm quase 40% da população […]

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Artigo aborda a governança metropolitana e o desenvolvimento territorial.

As principais áreas metropolitanas contêm quase 40% da população brasileira, concentram grande parte da riqueza nacional, mas também sérios e preocupantes indicadores sociais.

Este contraste possui uma lógica que se baseia nas assimetrias sociais construídas há décadas e que reproduzem a desigualdade no acesso aos serviços públicos territoriais.

A gestão territorial, partindo da governança, reconhece que esta tarefa não é exclusiva deste ou daquele ente, mas sim realizada de forma cooperada, coordenada pelo Estado e conduzida por outros atores sociais diversos.

Em artigo, Alexsandro Cardoso da Silva, Maria do Livramento Clementino e Lindijane de Souza Almeida destacam que os chamados “problemas de interesse comum” precisam ser enfrentados com “soluções compartilhadas” e integradas, a partir de uma agenda que recomponha a capacidade governativa e busque novos arranjos em torno dos projetos territoriais.

O texto integra a coluna “Reforma Urbana e Direito à Cidade: os desafios do desenvolvimento”, parceria com o Le Monde Diplomatique Brasil.

Publicado em: 2/11/2022

Autores: Alexsandro F. Cardoso da Silva, Maria do Livramento M. Clementino e Lindijane de Souza B. Almeida são professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pesquisadores do INCT Observatório das Metrópoles.

Acesse o artigo completo aqui.

Fonte: Boletim Observatório das Metrópoles

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