Arquivos Florestas - Thinkers Brasil https://thinkers-brasil.org/tag/florestas/ CONHEÇA OS THINK TANKS BRASILEIROS Tue, 14 Jul 2026 15:24:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.1 O Potencial Desperdiçado das Concessões Florestais Estaduais na Amazônia Legal https://thinkers-brasil.org/o-potencial-desperdicado-das-concessoes-florestais-estaduais-na-amazonia-legal/ https://thinkers-brasil.org/o-potencial-desperdicado-das-concessoes-florestais-estaduais-na-amazonia-legal/#respond Thu, 18 May 2023 17:55:50 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2501 O estudo faz parte série Policy Brief do Instituto Escolhas, cujo objetivo é trazer análises e recomendações sobre […]

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O estudo faz parte série Policy Brief do Instituto Escolhas, cujo objetivo é trazer análises e recomendações sobre temas centrais da transição brasileira para uma economia de baixo carbono.

A Amazônia Legal tem 76 milhões de hectares de florestas públicas estaduais, o que corresponde a 96,3% do total das florestas públicas estaduais no país.

Os únicos estados da Amazônia Legal que desenvolveram seus Planos Anuais de Outorga Florestal (PAOFs) – Acre, Amazonas, Amapá e Pará – identificaram 4,9 milhões de hectares de florestas estaduais passíveis de concessão.

O documento traz uma síntese dos resultados de uma análise coordenada pelo Instituto Escolhas, com a execução técnica dos pesquisadores João Emmanuel Cordeiro Lima e Eveline Fonseca (Nascimento e Mourão Advogados).

Acesse o estudo completo aqui.

Fonte: escolhas.org

 

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Evento | Congresso Sobre Plantações Florestais https://thinkers-brasil.org/evento-congresso-sobre-plantacoes-florestais/ Thu, 04 May 2023 18:49:01 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2457 O IPEF – Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, criado em 1968, é uma associação sem finalidades lucrativas, […]

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O IPEF – Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais, criado em 1968, é uma associação sem finalidades lucrativas, formada por empresas privadas, que se destina especialmente, ao desenvolvimento de estudos e pesquisas cooperativas, em suas fases pré competitivas, com foco em plantações florestais.

O Congresso sobre Plantações Florestais, promovido pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais – IPEF, em parceria com a Indústria Brasileira de Árvores- Ibá, Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel – ABTCP e a International Union of Forest Research Organizations – IUFRO, pretende preencher uma lacuna existente, de longa data, de evento, de ampla magnitude e representatividade, que reúna todos os atores desta cadeia produtiva.

Uma oportunidade inédita para discussões de temas relevantes, técnicos, científicos, estratégicos e inovadores, na visão de garantir as atuais funções das plantações florestais. Isso tudo, considerando os desafios, as exigências e as oportunidades dos novos atributos, os quais têm-lhes sido alocados.

Data e horário: 23 de Maio 7h30 até 25 Maio 18h15.

Programação: confira clicando aqui.

Local: Av. Cezira Giovanoni Moretti, N° 580 – PQ. Tecnológico, Bairro Santa Rosa, Piracicaba/SP – CEP 13414-157

Fonte: ipef.br/

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Novo Manual de Pragas Florestais Brasileiras https://thinkers-brasil.org/novo-manual-de-pragas-florestais-brasileiras/ https://thinkers-brasil.org/novo-manual-de-pragas-florestais-brasileiras/#respond Fri, 24 Feb 2023 21:19:21 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=2169 Fruto de um trabalho que começou em 2016, envolveu mais de 70 autores de diversas universidades, empresas, centros […]

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Fruto de um trabalho que começou em 2016, envolveu mais de 70 autores de diversas universidades, empresas, centros de pesquisa como a EMBRAPA.

Contou com apoio do Programa Cooperativo sobre Proteção Florestal (PROTEF) do IPEF.

O livro conta mais de 90 capítulos, sendo 78 dedicados a pragas florestais brasileiras.

Acesse a edição neste link.

Editores: 

Pedro Guilherme Lemes da Universidade Federal de Minas Gerais

José Cola Zanuncio da Universidade Federal de Viçosa

Fonte: https://www.ipef.br/

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Blockchain, Rastreabilidade e Monitoramento Para o Ouro Brasileiro https://thinkers-brasil.org/blockchain-rastreabilidade-e-monitoramento-para-o-ouro-brasileiro/ https://thinkers-brasil.org/blockchain-rastreabilidade-e-monitoramento-para-o-ouro-brasileiro/#respond Sat, 03 Dec 2022 21:14:39 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1696 O Brasil comercializou a alarmante cifra de 229 toneladas de ouro com graves indícios de ilegalidade entre 2015 […]

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O Brasil comercializou a alarmante cifra de 229 toneladas de ouro com graves indícios de ilegalidade entre 2015 e 2020 – o que representa quase metade de todo o ouro produzido e exportado pelo país no período. Parte desse montante foi comprado por países como Suíça, Itália e Bélgica.

Por esse motivo, a equipe do Escolhas esteve com o Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez Rubio, para falar sobre a proposta “Blockchain, rastreabilidade e monitoramento para o ouro brasileiro”.

É fundamental que governos e empresas estrangeiras exijam controles de origem e classifiquem o Brasil como uma área de conflito e alto risco para importações de ouro.

Com essa classificação, as empresas importadoras deverão exigir sistemas de rastreabilidade do metal, buscando se desassociar da destruição da floresta e das violações de direitos dos povos indígenas causadas pelas operações ilegais.

Acesse o documento completo aqui.

Fonte: escolhas.org

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Estudo de Boas Práticas Empresariais na Amazônia https://thinkers-brasil.org/estudo-de-boas-praticas-empresariais-na-amazonia/ Tue, 29 Nov 2022 17:28:35 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1648 Qual o papel do setor privado nos dias de hoje para a Amazônia? Essa foi a principal pergunta […]

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Qual o papel do setor privado nos dias de hoje para a Amazônia?

Essa foi a principal pergunta que norteou a realização desse estudo e pautou as pesquisas e diálogos com as empresas e especialistas entrevistados nos últimos meses.

Gerar valor compartilhado, contribuir para o desenvolvimento local, valorizar a floresta em pé e seus ativos, promover a bioeconomia, apoiar e fortalecer políticas públicas que valorizem a região.

Não existe uma única resposta. Mas todos apontam para uma mesma direção: nos próximos anos, as empresas deverão ter um papel protagonista para a construção de um novo modelo de desenvolvimento que será o grande diferencial do Brasil na economia global.

Isso inclui tanto empresas que operam diretamente na Amazônia, as que não estão localizadas na Amazônia, mas compram produtos ou insumos locais, e até mesmo aquelas que não possuem qualquer relação com a região, mas passarão a operar para atingir metas ESG ou para contribuir com a redução de emissões de carbono no Brasil.

O propósito deste estudo é apontar caminhos e oportunidades para um maior engajamento do setor privado na incorporação de práticas que contribuam para a conservação de florestas e desenvolvimento sustentável na região. As soluções exemplificadas são aplicáveis para diferentes contextos de atuação.

Estudo idealizado pelo CEBDS: clique aqui

Consultoria:
Idesam

Autores: Mariana Buoro | Mariana Pavan | Mariano Cenamo

Fonte: idesam.org

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Não Há Futuro Sem a Amazônia https://thinkers-brasil.org/nao-ha-futuro-sem-a-amazonia/ Fri, 18 Nov 2022 21:28:45 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1585 O Coordenador do IREE ECO, Jorge Viana, analisa o contexto da 27ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas […]

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O Coordenador do IREE ECO, Jorge Viana, analisa o contexto da 27ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP27) e a importância de se renovar o entendimento sobre a Amazônia.

O artigo “Não há futuro sem a Amazônia” foi publicado originalmente no jornal O Globo.

A Conferência do Clima que ocorre no Egito não recebeu ainda uma caracterização adequada. Fala-se que é COP da “implementação”, porque se espera que tire do papel os compromissos anteriormente assumidos e não cumpridos. Mas pode ser apenas mais uma reunião para marcar a próxima, com a inflação e a guerra tirando o foco e a urgência da crise climática.

Temos, porém, duas novidades. A primeira é o retorno dos Estados Unidos, maior emissor de gases de efeito estufa. Depois da tragédia Trump, o presidente Biden se compromete a deixar de ser problema e virar solução. A segunda, não menos importante, é a volta do Brasil, potência ambiental e quinto colocado em emissões, saindo o governo negacionista que se recusou a sediar a COP25 e retornando o presidente que promoveu a maior redução no desmatamento da Amazônia. Lula ainda não assumiu o cargo, mas já representa o Brasil e dá esperanças ao mundo.

O mundo entendeu a importância do Brasil e sabe que, sem Amazônia, não tem futuro. Mas o Brasil entende a Amazônia? E os 28 milhões de brasileiros que vivem na Amazônia entendem? A julgar pelas eleições, temos problemas. O Nordeste garantiu a vitória de Lula, dando uma chance à democracia e ao meio ambiente, igualmente ameaçados. Nos estados amazônicos, com exceção de Pará e Amapá, a vitória foi de Bolsonaro, com grande vantagem nos municípios do “arco do desmatamento”, dominados pela nova “corrida do ouro”.

O interessante é que foram os nordestinos que migraram para a Amazônia os responsáveis por um novo ciclo de prosperidade no Brasil, com a borracha rivalizando com o café nas exportações. Adaptaram-se à floresta e a mantiveram em pé por cem anos, até que chegassem novas correntes migratórias, incentivadas pelo regime militar, trazendo outras matrizes de produção, algumas inadaptáveis.

Hoje, 34 anos depois de Chico Mendes, o Brasil precisa renovar seu entendimento sobre a região. Quando coordenei a elaboração do novo Código Florestal, busquei esse diálogo entre produção e preservação, produtores rurais e ambientalistas. Por oito anos no Senado, fiz essa mediação, após ter sido governador do Acre, no período de maior redução do desmatamento e alto crescimento da economia.

Essa experiência me dá autoridade para dizer que a “ambição” das metas de redução das emissões, como tratada na COP, para nós traduz-se em outras palavras: ousadia e inovação. Temos que cuidar de 20% da biodiversidade e de 12% da água doce do planeta e não conseguiremos com uma população faminta, educação sucateada, tecnologia atrasada, infraestrutura inadequada e gestão político-econômica feita em gabinetes e escritórios a 3 mil quilômetros de distância. Será preciso inovar para superar esses atrasos, nada menos que inventar o desenvolvimento sustentável, que ainda não existe.

Fala-se que o governo do presidente Lula será o “novo normal” na democracia brasileira, depois desses anos de flagrante anormalidade. Mas não basta o governo ser normal. É preciso que a sociedade tenha um novo modo de vida, e que a economia acompanhe o ritmo. Na Amazônia, o novo normal precisa estar à altura do desafio que a região representa. O governo deve pensar sem limitações. Em vez do Ministério do Desenvolvimento, ter ministérios do Envolvimento chamando, empresas, estados, municípios e sociedade a envolver-se com uma economia que promova a justiça social e ambiental. Os organismos de financiamento, assistência técnica, pesquisa e tecnologia devem se “amazonizar”. Todo mundo junto.

E o mais importante: os amazônidas, que conhecem o lugar em que vivem, devem ser os protagonistas dessa história. Todo projeto é viável quando se combina com os outros e quando segue as diretrizes gerais da sustentabilidade.

O novo governo de Lula pode fazer valer a COP27 e, assim, reassumir sua liderança no mundo. Tem uma Amazônia pra isso.

Autor: Jorge Viana é professor de Mestrado em Administração Pública no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Coordenador do IREE ECO.

Fonte: iree.org.br

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Amazônia Registra Recorde de Desmatamento no Primeiro Semestre de 2022 https://thinkers-brasil.org/amazonia-registra-recorde-de-desmatamento-no-primeiro-semestre-de-2022/ Thu, 14 Jul 2022 14:59:08 +0000 https://thinkers-brasil.org/?p=1062   O desmatamento na Amazônia registrou recorde nos seis primeiros meses de 2022. O acumulado de janeiro a […]

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O desmatamento na Amazônia registrou recorde nos seis primeiros meses de 2022. O acumulado de janeiro a junho, 3.988 km², ultrapassou a derrubada ocorrida no primeiro semestre de todos os anos da série, que começou em 2016, e é 80% maior que a média de área desmatada no mesmo período em 2018, antes da gestão atual do governo. A análise é de pesquisadoras no IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) com base nos dados do sistema Deter (Detecção de Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), divulgados nesta sexta, 8.

Para o mês de junho, foram 1.120 km² de floresta desmatados, área 5,5% maior que a derrubada em junho de 2021 (1.061 km²) e 7,4% maior que a de junho de 2020 (1.043 km²), o que indica não haver retração no desmatamento no bioma. A diferença é expressiva em relação a junho de 2018: 129% menor que o ocorrido em 2022, com 488 km² desmatados à época. A média de área desmatada nos meses de junho de 2016 a 2018 foi de 683 km² ao ano, enquanto a média desmatada em junho de 2019 a 2022 foi de 1.040 km² ao ano.

Área desmatada acumulada na Amazônia, por mês, de 2017 a 2022 (Fonte: IPAM, com dados do Deter/Inpe)

Mais da metade (51,6%) do desmatamento na Amazônia no primeiro semestre de 2022 se deu em terras públicas. Florestas públicas não destinadas foram a categoria fundiária com mais alertas de desmatamento no período (33,2%), seguidas pelo desmatamento em propriedades rurais (28,3%).

“Os alertas de desmatamento de 2022 demonstram que a impunidade continua sendo a maior vetor de pressão contra a floresta e seus povos. Em um ano de eleição isso se torna ainda mais preocupante, pois os esforços de fiscalização normalmente diminuem e a sensação de impunidade aumenta, deixando os desmatadores mais à vontade para avançar sobre a floresta”, diz a diretora de Ciência no IPAM e especialista em fogo na Amazônia, Ane Alencar.

Considerando o ano eleitoral, a instituição sugere que planos de governo passem a priorizar a conservação e publicou, na quinta, 7 de julho, no âmbito do projeto “Amazoniar”, um documento que reúne informações-chave sobre o contexto da Amazônia e que aborda os possíveis cenários para o futuro da floresta e da geopolítica brasileira depois do pleito.

 

Fonte: IPAM

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